Jornal do Brasil

Hildegard Angel

Beth Winston abriu de novo a casa linda, mesmo em obras ainda, para festejar o aniversário de Ruth Sabbá

Jornal do Brasil

Beth Winston abriu de novo a casa linda, mesmo em obras ainda, para festejar o aniversário de Ruth Sabbá. Ser amigo de Beth é uma delícia, porque ela cobre aqueles que ama com mil gentilezas. Como é de seu hábito, ela se superou, servindo um buffet deslumbrante e enorme, bem à altura de suas tradições mineiras de prodigalidade. Mas o menu era árabe, preparado pela chef Madeleine Saade, Madá para os amigos, e sofisticadíssimo. Vejam só...

Hilde e o palestrante João Braga (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Ruth Joffily e Marcelo Borges (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Lucília Lopes (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Macaque in the trees
Paula Acioli, Simone Rodrigues, Marcia Hamaoka e Fernanda Alves (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Fernanda Alves (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Beth Winston e sua supermesa pela chef Madá Saade (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Macaque in the trees
Celina de Farias (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Vera Martins (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Vanja Chermont de Britto e Ricardo de Castro (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Bolo do aniversário (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Hilde com estudantes de moda presentes (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

Beth Pinto, Beth Winston, Miriam Gagliardi, Fernanda Bruni e João Ricardo Coelho (Foto: Fotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes)

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BORBULHANTES

O LIVRO de Memórias de José Dirceu está sendo considerado uma volta por cima. Ontem, ele já estava sendo definido nas mídias sociais como “o melhor quadro da política brasileira”... O LANÇAMENTO VAI SER no dia 4, no Circo Voador, e segundo os jornalistas políticos que já leram a obra, ele reescreve a memória política do Brasil, com sua análise das insurreições e levantes militares... ENTRE OUTRAS coisas, Dirceu demonstra que a luta armada foi um recurso usado dezenas e dezena de vezes pelas classes dominantes, porém não pela classe dominada... POR FALAR em violência, o bailarino Antônio Negreiros veio dar uma volta no Rio, reviu os amigos, saiu muito, adorou, e garante que não viu violência alguma. Ele vive em Nova York, onde, quando é verão, dá suas aulas de dança no Central Park. Sabido... VERINHA BOCAYUVA foi assistir à prémière do filme Crô, e quem se sentou ao lado dela? Scarlet, uma das estrelas, no papel de cachorrinha de estimação do Crô... FOI A PRIMEIRA vez em que Verinha sentou no cinema ao lado de um cachorro. Um, não, dois. Scarlet foi acompanhada de sua dublê idêntica... ELAS ESTAVAM com sua empresária, a dona da agência Bichos Atores, que trocou cartões na mesma fila da plateia com o dono de um vira-lata. “São os mais procurados”, ela informou, já garantindo trabalho. Menos um desempregado para a estatística do Temer... O FILME começa com o divórcio de um casal gay, que disputa nos tribunais quem vai ficar com a cachorra... UM

MARCELO Calero na política brasileira vale dois Roberto Freire. É o que pensa o Luciano Huck, que doou 50 mil para a campanha a deputado federal do Rio de Janeiro do ex-ministro da Cultura de Temer, que saiu fazendo barulho, enquanto destinou a metade, 25 mil, para Freire, ex-ministro da Cultura de Temer, que saiu pianinho, e que briga por vaga de São Paulo na Câmara Federal... MINAS GERAIS também foi contemplada por Huck, mas o candidato a deputado federal que ele apoia com 20 mil não é seu amigo Aécio Neves. É o Willian Bueno e Silva. Todos do PPS, partido que cogitou dar a Huck legenda para se candidatar a Presidente da República... A MÍDIA INTERNACIONAL ontem só falou nisso: “O rebolado enferrujado de Thereza May”. Numa visita a um encontro com crianças na África do Sul, a primeira-ministra do Reino Unido resolveu requebrar ao som do batuque africano, e foi flexível como o pêndulo de um relógio. Só perde pra Dilma...

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TARDE DA MODA

O professor de História da Moda João Braga veio de São Paulo lançar no Copacabana Praia Hotel o livro Cadeira Nº 39, que é a que ele ocupa na Academia Brasileira da Moda. De quebra, ele premiou os presentes com uma palestra daquelas suas deliciosas, em que discorreu desde antes da chegada da Família Real ao Brasil, quando as cariocas ainda se cobriam todas de preto, com as capas “biocas”, da cabeça aos pés, lembrando as muçulmanas. Entre os relatos pitoresco, ele explicou o motivo da tradição masculina de manter o último botão do paletó aberto, e também o do colete. Veio lá de Napoleão Bonaparte, que, com excesso de peso, recorria a esse recurso para caber no famoso paletó vermelho. Ainda o Napoleão, ele perdeu a batalha na Rússia não porque faltou agasalho para aquele frio todo. Faltaram foram os botões, que eram de zinco, metal que se dissolve nas baixíssimas temperaturas. Sem botões, os casacos e coletes de lã dos soldados se abriram, e eles ficaram expostos ao vento gelado e ao frio de muitas dezenas abaixo de zero.

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O Calendário Carioca está que é um arco-íris. Depois do Setembro Vermelho, das doenças cardíacas, do Outubro Rosa, contra o câncer de mama, e do Novembro Azul, do diabetes, vem aí o Março Roxo, da epilepsia. É o que propõe o projeto de lei apresentado ontem pelo vereador César Maia, que quer março dedicado à conscientização contra a doença, com palestras e ações públicas nesse sentido.

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Com João Francisco Werneck



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