Jornal do Brasil

Economia

Vendas crescem 9,8% no setor de móveis

Investimentos e Notícias
SÃO PAULOP, 14 de março de 2008 - Em janeiro de 2008, nove dos dez setores analisados atingiram resultados positivos nas vendas no comércio da série com ajuste sazonal. Os móveis e eletrodomésticos alcançaram 9,8% do volume de vendas, devido à expansão de crédito, à redução dos preços e a melhores salários, de acordo com dados anunciados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O item, outros artigos de uso pessoal e doméstico ficou com 7,7%, o qual foi impulsionado pelo bom desempenho da economia.

A parte de tecidos, vestuário e calçados ficou com 3,7%, fato que pode ser explicado pelas liquidações de queima de estoque.

O comércio varejista ampliado, como os veículos e motos, partes e peças, com 2,6%, apresentou variação de 13,9% para as vendas e 15,8% para a receita nominal, no acumulado dos últimos 12 meses.

Os artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com 2,4%, que se deve aos melhores salários e as vendas de produtos genéricos.

Os livros, jornais, revistas e papelaria, com 1,8%, podem ser explicados pela redução na estrutura do comércio varejista.

Os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com 1,1%. Esse setor foi puxado pelo crescimento do poder de compra das pessoas.

O setor de combustíveis e lubrificantes, com 0,9%, por causa da estabilidade de preços dos combustíveis.

O material de construção, com 0,2%. Esse item teve variação de 10,9% para o acumulado dos últimos 12 meses.

Em relação a janeiro do ano passado, todas as áreas de varejo tiveram crescimento nas vendas. Os setores estão organizados por importância na taxa global: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo ( 8,4%); móveis e eletrodomésticos ( 16,0%); outros artigos de uso pessoal e doméstico ( 29,6%); tecidos, vestuário e calçados ( 15,4%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (16,2%); combustíveis e lubrificantes (3,1%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (24,7%); e livros, jornais, revistas e papelaria (8,1%).

(Redação - InvestNews)