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Opinião

Os interesses estrangeiros contra os interesses nacionais

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No mês que antecedeu a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva na primeira eleição, o mercado financeiro tentou desestabilizar a campanha do primeiro candidato apoiado pelo povo e pelas classes sofridas do país, fazendo uma grande especulação contra o real.

Não adiantou nada.

O Brasil saiu perdendo e os especuladores, ganhando. Mas em seguida o dólar voltou para o seu lugar. 

Os interesses nacionais e a força do povo são maiores que a especulação e os abutres contra os interesses do Brasil.

No mês que antecedeu a vitória de Lula na 1ª eleição, o mercado financeiro tentou desestabilizar a campanha. Não adiantou nada
No mês que antecedeu a vitória de Lula na 1ª eleição, o mercado financeiro tentou desestabilizar a campanha. Não adiantou nada

Hoje, acontece novamente. Só que dessa vez o jogo foi antecipado. Preocupados com o fato de o Brasil poder ser uma das maiores reservas de petróleo do mundo - o que cada dia se constata mais com os interesses do pré-sal - primeiro tentaram destruir a Petrobras. Não conseguiram. Agora eles e seus porta-vozes tentam desestabilizar as eleições, alardeando supostas preocupações, como se o povo tivesse real para comprar dólar, ou tivesse dólar para ir para o exterior. 

O que o povo brasileiro quer é um país onde ele possa viver tranquilo, possa trabalhar, se essas forças reacionárias e entreguistas deixarem. O povo quer é ter saúde para ele e seus filhos, é ter segurança. E só existe segurança quando existe um país que trabalha e que cresça com as forças do trabalhador, não com a força dos especuladores.

Esperem. Eles vão continuar a jogar contra os interesses nacionais. Num primeiro momento, contra a não aprovação daquilo que chamam reformas, e que eles nunca fizeram quando estiveram no poder. Em seguida, até mesmo com a segurança pública incitando e agitando seus "cabos anselmos", e usando sempre sua mídia de preferência, aquela que o povo não aguenta mais. A mídia que semeia a desgraça, a destruição, alardeia a pobreza e proclama, cada vez mais, a insídia na divisão da sociedade brasileira entre pobres e ricos.