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Ex-presidente Lula toma café com Michel Temer e líderes do PMDB

Jornal do Brasil

Por volta das 9 horas desta quarta-feira (12), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou à residência oficial da Vice-Presidência da República para um café da manhã com Michel Temer e líderes do PMDB. 

Também participaram do encontro os ministros Eduardo Braga (Minas e Energia) e Henrique Eduardo Alves (Turismo), o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ex-presidente José Sarney e os senadores Eunício de Oliveira, Jade Barbalho e Romero Jucá, todos do PMDB.

O governo busca reforçar sua base aliada para impedir a aprovação de pautas-bomba no Congresso, que podem prejudicar os ajustes econômicos propostos.

Ex-presidente Lula se encontrou com vice-presidente Temer e líderes do PMDB

Na terça-feira (11), a presidente Dioma Rousseff elogiou as propostas apresentadas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que visam superar a crise e retomar o crescimento econômico, afirmando que elas coincidem plenamente com as medidas do governo. "Muitas das propostas do presidente Renan coincidem plenamente com as nossas, são propostas muito bem-vindas, eu queria até dizer que, para nós, é a melhor relação possível do Executivo com o Legislativo. Então, olhamos essas 27 propostas com grande interesse e valorizamos muito a presença delas", disse a presidente a jornalistas, depois de participar de solenidade no Palácio do Planalto de lançamento do programa de investimento em energia elétrica.

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Dilma afirmou ainda que a postura de Renan Calheiros é a agenda positiva para o País, pois mostra uma disposição de contribuir para o Brasil sair das suas dificuldades o mais rápido possível. "Acho que essa sim é a agenda positiva para o país. Mostra, por parte do Senado, uma disposição de contribuir para o Brasil sair das suas dificuldades o mais rápido possível", enfatizou.

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A lista de 27 itens foi entregue aos ministros nesta segunda-feira (10) com dezenas de propostas, entre elas, a regulamentação da terceirização, a reforma da lei de licitações e uma lei de responsabilidade fiscal específica para as empresas estatais. Há, ainda, o compromisso de o Palácio do Planalto assinar um termo de ajustamento de conduta (TAC), comprometendo-se a não praticar mais pedaladas fiscais daqui por diante.